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BALANÇO ECONÔMICO 2018

Balanço econômico 2018

A força das empresas garibaldenses continuam superando a crise, que se prolonga desde 2013 no Brasil, e, mesmo em menores índices, seguem com resultados positivos. Esta foi a análise apresentada pelo contabilista, Eduardo Tomedi Leites, ums dos responsáveis pela área técnica do Balanço Econômico de Garibaldi.

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A revista, publicada pela CIC em conjunto com a Prefeitura de Garibaldi e a Universidade de Caxias do Sul, chegou a sua 19ª edição. A apresentação dos resultados da pesquisa, que envolveu 97 empresas, de 18 segmentos, foi realizada na manhã de terça-feira, 23 de outubro.

"O resultado demonstra que todos os indicadores, em 2017, foram superiores aos do ano anterior, com maior nível de investimentos, faturamento, de empregos e salários pagos, de lucro operacional e de produtividade", destacou Leites. Para a presidente da CIC, Alexandra Nicolini Brufatto, empreender é um desafio diário.

"Em mais uma edição, o Balanço Econômico traça uma linha que estabelece parâmetros e até reflexos do cenário que foi construído no Brasil nos últimos anos. Se não fosse a vocação sanguínea pelo empreendedorismo e pelo trabalho, certamente hoje estaríamos lamentando a perda do nosso potencial produtivo", enfatizou.

Além da dirigente, também prestigiaram o evento, o prefeito de Garibaldi, Antonio Cettolin, o presidente da Câmara de Vereadores, Moisés Nekel, o presidente da CDL, Carlos Adriano Morari, o professor Renato Hansen, da Agência Tecnológica Universidade Empresa, da UCS, além de diretores da entidade e lideranças políticas e empresariais do município.

O volume de exportações é o que mais sofreu nesse período. Enquanto as exportações gaúchas cresceram 7,29% em 2017, Garibaldi apresentou queda de 15,23%, na média. "A queda foi determinada pela redução da importação de frango pela União Europeia e Oriente Médio, devido a medidas protecionistas", explicou o contabilista. Ele salientou, no entanto, que a pauta de exportações de Garibaldi é diversificada, contemplando também o setor de móveis, máquinas e talheres, de forma que o impacto da redução na exportação de aves foi parcialmente compensado pelos demais produtos.

A economista, Mônica Beatriz Mattia, explicou que a análise conjuntural do Balanço Econômico leva em consideração a evolução das empresas nos dois últimos anos, o que oferece um comparativo de desempenho. As empresas que integram a publicação investiram R$ 30,2 milhões no ano passado e tiveram um faturamento de R$ 1,61 bilhões, sendo que a indústria é responsável por 80,3% do total faturado.

Na análise por segmento, destacam-se o metal-mecânico, móveis e embalagens de madeira, alimentos e vinícola (Indústria), supermercados, produtos agrícolas e ferragens e material de construção (Comércio) e construção civil e transportes (Serviços). Levando-se em consideração os critérios de desempenho analisados pelo Balanço (receita líquida, salários e encargos, lucro operacional, impostos sobre vendas e patrimônio líquido, a Tramontina Garibaldi obteve o melhor resultado entre as indústrias, a Cooperativa Agrícola Cairú, entre as empresas do comércio, e a Simonaggio e Cia, no setor de serviços.

AS 10 MELHORES EMPRESAS
Tramontina Garibaldi
Madem
Cooperativa Vinícola Garibaldi
Nutrire
Cooperativa Agrícola Cairú
Frigorífico Nicolini
Telasul
Aleplast Embalagens Plásticas
Metalúrgica Simonaggio
Metalúrgica Martinazzo

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