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Venda na Era Digital será abordada em live da ME-CIC com professor da Fundação Dom Cabral

A Mulher Empreendedora CIC (ME-CIC) promove, no dia 11 de maio, uma live no CIC TV (canal da CIC no Youtube) com o tema “Venda na Era Digital”.

Para acessar o CIC TV clique aqui. A transmissão, que faz parte da 2ª Oficina Feminina de Negócios, vai iniciar às 19h30min, sendo liberada ao público.

Neste Webinar, Leonardo Mattos Santos, vai explicar como é possível estruturar uma operação de vendas online.

Ele é professor da Fundação Dom Cabral, com mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de pessoas e negócios.

Na ocasião, vai propor soluções inovadoras quem podem potencializar os resultados das empresas, tanto no espaço físico como na internet.

Com a pandemia do novo Coronavírus, os eventos presenciais programados pela CIC foram cancelados. Mas a entidade decidiu que as iniciativas que puderem ser realizados de maneira online serão disponibilizados.

O Grupo de Desafios e Inovação (GDI-CIC) está trabalhando para viabilizar inúmeras ações para oferecer ao associado ainda mais informações, conteúdos e benefícios para este momento em que a palavra de ordem é reinvenção.

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CIC lança guia de negócios online para divulgar empresas associadas

A CIC lançou o Guia CIC de Negócios, uma plataforma online para a divulgação das empresas associadas. O guia está disponível no endereço www.cicgdi.com.br.

CONHEÇA O GUIA CIC DE NEGÓCIOS

A ideia surgiu através de sugestão da diretoria de Serviços e também vai contemplar os demais setores, sem custo para associados da CIC e CDL.

Para o vice-presidente de Serviços da CIC, Carlos Bianchi, o site atende a uma demanda dos associados e surge em um momento em que as empresas atravessam um momento desafiador.

“O Guia CIC de Negócios vai apresentar produtos e serviços das empresas associadas à entidade, possibilitando que as mesmas possam divulgar suas atividades e formas de contato”, destacou Bianchi.

As empresas que desejarem realizar sua divulgação neste novo serviço da CIC, devem enviar um e-mail para midia@cicgaribaldi.com.br ou WhatsApp 54 9705 7426, solicitando o formulário para preenchimento com os dados da empresa.

BAIXE O FORMULÁRIO AQUI E SOLICITE SUA PARTICIPAÇÃO

“Mesmo durante este período de muitas incertezas, a entidade manteve-se ativa para buscar soluções e oferecer ao setor empresarial informações e serviços de grande relevância para os empreendedores”, finalizou.

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CDL segue posicionamento das federações do comércio

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Garibaldi) recebeu com surpresa a notícia do Decreto do Governo do RS, que determinou o fechamento do comércio em todo o Estado.

O presidente da entidade, Carlos Adriano Morari, destaca que é fundamental que se adotem medidas para preservar a saúde das pessoas diante da pandemia do novo Coronavírus.

Porém, salienta que o remédio adotado pelo governador, Eduardo Leite, foi amargo demais para a maioria do setor varejista gaúcho e boa parte dos prestadores de serviço.

A CDL segue o posicionamento das federações que representam o comércio no Rio Grande do Sul, defendendo medidas de proteção à saúde com critérios para o funcionamento dos estabelecimentos, evitando aglomerações e encontrando formas para seu funcionamento.

“Mais do que nunca, é importante serenidade e responsabilidade, tendo em vista os graves impactos que essas medidas de restrição ao exercício de determinadas atividades, seja em esfera estadual, seja em esfera municipal, promoverão na economia do Rio Grande do Sul, pois, além dos problemas de agora e do risco de convulsão social, ainda teremos uma grave recessão pela frente”, manifestou-se a Federasul.

A FCDL-RS lançou manifesto onde “clama ao Chefe do Poder Executivo estadual para que ele volte a flexibilizar de imediato tais restrições, pois a situação estabelecida já está gerando efeitos colaterais a partir da economia que são mais destrutivos do que o próprio Coronavírus”.

Na noite de sexta-feira, 3 de abril, em uma emenda ao decreto já restritivo, o governador restringiu completamente a atividade de take-away (quando o cliente vai até o estabelecimento para retirar a compra) à venda de produtos de alimentação, saúde e higiene.

Para a Fecomércio-RS, houve falta de critério na política adotada pelo governo estadual. “Como as próprias manifestações do governador vêm ressaltando, o combate à pandemia precisa levar em conta critérios técnico-científicos. Nesse sentido, não parece adequado que as medidas de mitigação da disseminação do vírus discriminem atividades, já que não é a natureza da atividade que causa, ou não, a transmissão. O funcionamento de atividades com o sistema de take-away, sem que haja aglomeração de pessoas e formação de filas, com a constante higienização das superfícies de contato, é equivalente, ou até mais seguro, que outras atividades que têm seu funcionamento liberado pelo decreto estadual”, salientou a federação.

A prórpria Fecomércio-RS vem trabalhando na formulação de um protocolo de procedimentos de saúde, a ser adotado pelas atividades de comércio e serviços, que garante a minimização de riscos a todos os estabelecimentos do setor, independentemente de sua natureza. Em paralelo, trabalha junto ao governo para que os estabelecimentos de comércio e serviços possam desempenhar atividades mínimas, como as tele-entregas, o take-away e o recebimento de cobranças, seguindo os protocolos de segurança que minimizam a disseminação do vírus.

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Saiba como se adequar ao Decreto da Prefeitura

A CIC disponibiliza arquivos em PDF para serem baixados e facilitar a adequação ao Decreto Municipal 4.369, de 2 de abril de 2020.

Cartaz para afixar em locais visíveis
Decreto 4.369 – 02-04-2020
EPIs
Máscaras
Orientações à Indústria – Fonte Vigilância Epidemiológica de Garibaldi
Modelo de Relatório
Obrigações da empresa
O que as empresas precisam saber para proteger colaboradores
Onde procurar ajuda
Telefones úteis

– A CIC possui uma lista de empresas e profissionais que estão produzindo máscaras

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Decreto determina fechamento do comércio em todo o RS mas abre exceções para setores que fornecem para áreas essenciais e da construção civil

O Governo do Estado publicou no final da manhã de quarta-feira, 1º de abril, o decreto 55.154, que proíbe a abertura para atendimento ao público os estabelecimentos comerciais situados no território do Rio Grande do Sul.

Leia na íntegra o novo Decreto do Governo do RS

O documento autoriza a continuidade das atividades dos estabelecimentos que desempenhem atividades consideradas essenciais, vedando, inclusive, o seu fechamento.

Também podem continuar funcionando os estabelecimentos para o desempenho de atividades estritamente de tele entregas e take away (quando o cliente vai até o estabelecimento para retirar a compra), aos estabelecimentos de prestação de serviços, ainda que não essenciais, que não atendam ao público, industriais de qualquer tipo, inclusive da construção civil e os estabelecimentos comerciais que forneçam insumos às atividades essenciais ou à construção civil

Em todos eles fica proibida o atendimento ao público que importe aglomeração ou grande fluxo de pessoas.

Entre as exceções também foram confirmados os serviços de manutenção, de reparos ou de consertos de veículos, de equipamentos e de pneus, bem como serviços dedicados à comercialização, distribuição e fornecimento de peças, combustíveis, alimentação e hospedagem a transportadores de cargas e de passageiros, especialmente os situados em estradas e rodovias, inclusive em zonas urbanas, desde que observadas, no que couber, as medidas de prevenção.

O decreto suspende as determinações municipais que conflitem com as normas estabelecidas pelo Governo Estadual, respeitada a atribuição municipal para dispor sobre medidas sanitárias de interesse exclusivamente local.

O QUE DETERMINA

O fechamento, em caráter excepcional e temporário, dos estabelecimentos comerciais situados no território gaúcho, incluindo lojas, centros comerciais, teatros, cinemas, casas de espetáculos, entre outros que impliquem atendimento ao público

AS EXCEÇÕES

Tele-entrega e modelo take away (quando o cliente vai até o estabelecimento para retirar a compra), desde que sem aglomeração de pessoas
Estabelecimentos industriais de qualquer tipo, inclusive de construção civil, estão permitidos, com proibição de atendimento ao público em aglomeração ou grande fluxo de clientes
Estabelecimentos comerciais que forneçam insumos às atividades essenciais
Estabelecimentos que prestam serviços não essenciais, mas que não atendem ao público
Estabelecimentos que desempenham atividades consideradas essenciais. O decreto lista 37 tipos de atividades ligadas a áreas de saúde e segurança da população, tais como serviços médicos e hospitalares; assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade; segurança pública e privada, incluídas a vigilância, a guarda e a custódia de presos; atividades de defesa civil; transporte de passageiros e de cargas; telecomunicações e internet; serviço de call center; captação, tratamento e distribuição de água e de esgoto e de lixo; geração, transmissão e distribuição de energia elétrica; iluminação pública; produção, distribuição, transporte, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, de higiene, de alimentos e de bebidas; entre outros

REGRAS PARA QUEM PODE OPERAR

Restaurantes, bares, lanchonetes e estabelecimentos que prestam serviços considerados essenciais ficam obrigados a respeitar medidas de higiene, a adotarem regime de revezamento de turnos e alterações de jornadas e a fazer uso de senhas ou outro sistema para evitar filas e aglomeração de pessoas, entre outras medidas elencadas na normativa
– Os estabelecimentos que prestam serviços essenciais devem ter horários ou setores exclusivos para o atendimento de pessoas que pertencem ao grupo de risco (idade superior ou igual a 60 anos ou que tenham comorbidades)
O transporte coletivo público e privado, urbano e rural, deve ocorrer sem exceder a capacidade de passageiros sentados.
O transporte coletivo intermunicipal de passageiros, público ou privado, deve ser realizado sem exceder a metade da capacidade de passageiros sentados.

OUTRAS DETERMINAÇÕES

Seguem suspensos os eventos e as reuniões de qualquer natureza, de caráter público ou privado, incluídas excursões, missas e cultos com mais de 30 pessoas, observando um distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas.
Ficam suspensas até 30 de abril aulas, cursos e treinamentos presenciais em todas as escolas, autoescolas, faculdades, universidades públicas ou privadas, municipais, estaduais e federais, e demais instituições de ensino.
As praias e águas internas permanecem interditadas em toda a extensão da areia.
Lojas de conveniência dos postos de combustível poderão funcionar, em todo o território estadual,  entre 7h e 19h, sem poder abrir aos domingos, com exceção daquelas localizadas em estradas ou rodovias, que poderão manter seu funcionamento regular.

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Cuidados e adaptações fazem parte da rotina das empresas que mantêm suas atividades

Reinvenção é a palavra mais repetida nos últimos tempos entre os empreendedores. A paralisação de quase todos os setores da indústria, comércio e serviços, motivada por decretos governamentais em virtude da pandemia do novo Coronavírus, mudou radicalmente a rotina das empresas, colocando em risco sua saúde financeira e o prosseguimento de suas atividades.

Mesmo nas empresas que estão autorizadas a trabalhar, como é o caso de farmácias, supermercados e na indústria de alimentos, a logística de trabalho também precisou ser alterada para garantir a segurança sanitária de colaboradores e clientes.

Uma das primeiras atividades a sentirem os efeitos do isolamento social foi o turismo. De acordo com Raísa Bettú Lazzari, o

s prejuízos em todos os setores já serão muito grandes, mesmo se houver o retorno no início de abril.

“Não sabemos se as pessoas terão poder aquisitivo depois dessa pandemia para quer os negócios voltem a funcionar como antes”, salientou. A Osteria Della Colombina precisou criar um sistema de vendas via WhatsApp e delivery para poder comercializar os produtos perecíveis antes utilizados no restaurante.

A Courmayeur também está realizando entregas à domicílio. Durante o período de isolamento social, clientes de Garibaldi e Carlos Barbosa podem solicitar a entrega a domicílio de vinhos e espumantes em horário comercial. O serviço está disponível para pedidos de duas caixas ou mais, sem cobrança de frete.

Para garantir a segurança, a entrega é realizada em horário pré-agendado e sem contato físico com o entregador. Além disso, os produtos são higienizados no momento da embalagem.

No setor de alimentos, as indústrias que continuam trabalhando investiram em maior segurança e controle sanitário, além das obrigações que já possuíam pela legislação.

A Nutrire criou o Comitê de Vida, com gerências, direção e representante do RH, responsável pela criação de alternativas de prevenção aos colaboradores para que pudéssemos continuar desempenhando as atividades da empresa.

A multiplicação de informações foi a ferramenta mais eficaz para que os colaboradores seguissem as recomendações sobre as ações adotadas pela empresa.

Assim como a empresa especialista em ração animal, a Agroaraçá Alimentos, liberou do trabalho as pessoas em grupo de risco, bem como todos os funcionários que apresentaram sintomas de gripe, pelo período indicado de 14 dias, com avaliação individual feita por um médico.

As empresas também desenvolveram materiais de prevenção do contágio, determinaram quarentena de 14 dias e home office a todos os retornantes de viagens internacionais, nacionais ou que tenham tido contato com estes. A Agroaraçá também encaminhou comunicado aos avicultores integrados com os cuidados necessários para evitar o contágio.

Ações, informações, produtos e recomendações para cuidados com higiene estão por toda a parte, além da limpeza diária em todos os acessos e  aplicação de álcool 70% em todas as maçanetas e higienização constante dos postos de trabalho presenciais, além de cuidados especiais no refeitório.

O supermercado Cairú também realizou muitas adaptações, com limitação de acesso, horário exclusivo para idosos e alterações nos horários de reposição para que colaboradores e clientes tenham menor contato, diminuindo o número de pessoas em seus corredores.

A reformulação das equipes de trabalho foi necessária, com a liberação de todos que integram o grupo de risco, além da implementação de tele-entrega para a cidade e interior.

“Reforçamos o pessoal terceirizado da limpeza, para higienização frequente e dinâmica de carrinhos, cestos e utensílios usados no dia a dia”, destacou Cristiano Romio, diretor da Cooperativa Agrícola Cairú. Para ele, bom senso é a expressão do momento.

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Subsecretaria de Inspeção do Trabalho divulga orientações para prevenção ao novo Coronavírus

A Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) divulgou na sexta-feira, 27 de março, um Oficio Circular orientando sobre as medidas que trabalhadores e empregadores devem adotar para prevenir o contágio da COVID-19 e promover a adoção de medidas protetivas aos trabalhadores.

Baixe o documento com as orientações publicadas pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho

A SIT ressalta que as medidas a serem adotadas não significam qualquer supressão ou autorização para o
descumprimento das Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho, sendo imperativo que
trabalhadores e empregadores mantenham foco na prevenção evitando a ocorrência de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

Por fim, a Subsecretaria de Inspeção do Trabalho salienta que as orientações gerais são aplicáveis na inexistência de
orientações setoriais específicas, sendo que, em razão do avanço no conhecimento e controle da pandemia, tais
orientações poderão ser revistas ou atualizadas.

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Governo anuncia linha de crédito a pequenas e médias empresas

O governo federal anunciou na sexta-feira, 27 de março, uma linha de crédito para financiar a folha de pagamentos de pequenas e médias empresas, como forma de apoiá-las durante a situação de calamidade pública em virtude da pandemia causada pelo novo coronavírus (covid-19).

O pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro foi feito no Palácio do Planalto com a presença dos presidentes do Banco Central, Roberto Campos Neto, da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano.

A linha de financiamento deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês.

Segundo Campos Neto, a medida será operacionalizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com os bancos privados. O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá que complementar o salário.

Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de que não demitir o funcionário nesse período de dois meses. “A empresa fecha o contrato, e o dinheiro vai direto para o funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto, explicando que os recursos não passarão pela conta da empresa.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic). Do total a ser liberado por mês (R$ 20 bilhões), R$ 17 bilhões serão recursos do Tesouro Nacional e R$ 3 bilhões dos bancos privados. Serão seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

Segundo Campos Neto, a linha estará disponível em uma ou duas semanas. “Quarenta e cinco por cento do custo de uma pequena e média empresa é folha de pagamento, normalmente em torno 20% ao ano. Temos que atravessar este período garantindo emprego para os trabalhadores”, afirmou. Ele acrescentou que o custo de demissão para as empresas é equivalente a três ou quatro meses de salário.
Caixa
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também ressaltou que o banco já emprestou R$ 20 bilhões aos clientes para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. No total, a instituição já injetou R$ 111 bilhões em recursos.
Compra de carteira de crédito
Roberto Campos Neto informou ainda que está em estudo uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para que o Banco Central possa comprar carteira de crédito diretamente das instituições financeiras. “O máximo que o Banco Central pode fazer [atualmente] é injetar liquidez [no mercado]. Nem sempre a liquidez chega na ponta final. Precisa de uma PEC para que o Banco Central tenha poder para comprar crédito”, disse.

O presidente do BC informou ainda que na próxima semana a instituição deve lançar medida de concessão de empréstimos a bancos com lastro em letras financeiras garantidas por operações de crédito.

Para começar a valer, será necessária a edição de medida provisória, com abertura de crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses (R$ 17 bilhões por mês) e a criação de um fundo com aporte do Tesouro, operacionalizado pelo BNDES, fiscalizado e supervisionado pelo Banco Central.
Setor de saúde
Gustavo Montezano informou ainda que na próxima semana será disponibilizada uma linha emergencial para empresas de saúde no valor de até R$ 2 bilhões. “Já temos cerca 30 empresas mapeadas para absorver esse produto”, disse o presidente do BNDES.

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Nota Oficial da FCDL-RS – Em Defesa do Varejo e da Estabilidade Social

A lamentável pandemia provocada pelo Coronavírus exige que os governos e indivíduos redobrem os esforços no sentido de conter a disseminação descontrolada da doença.

O aprendizado neste sentido foi rápido.

Absorvendo-se as experiências globais no trato da questão, ficou inquestionável que as medidas de higiene e esterilização pessoal e isolamento social dos brasileiros a partir dos 60 anos, diabéticos, hipertensos, além de outros grupos de risco e, evidentemente, os testados positivos para o COVID-19 se faz necessário.

Neste mesmo sentido, apoia-se o cerceamento de iniciativas que gerem aglomerações, bem como o eventual isolamento de áreas com grande incidência de casos.

Quaisquer medidas além destas são um exagero que deve ser evitado sob pena de os estados e municípios – mesmo que com boas intenções – estarem construindo um contexto de caos social e econômico, que no curto prazo pode se tornar irreversível.

No Rio Grande do Sul temos 295.407 estabelecimentos em todos os setores de atividade, que geram, conjuntamente, 2,9 milhões de empregos formais (RAIS 2018), além da própria ocupação dos empreendedores, especialmente das empresas de operação familiar, que são a grande maioria no setor de comércio, bem como nos serviços. Dos citados 2,9 milhões de trabalhadores, apenas 1,48% tem idade igual ou superior a 65 anos.

A partir das informações e dados aqui discorridos, a FCDL-RS vem a público se posicionar favoravelmente à reabertura imediata dos estabelecimentos produtivos privados e públicos, que evidentemente estarão comprometidos com os procedimentos de mitigação de riscos de contaminação.

Especificamente no comércio varejista, somos 95 mil lojistas, sendo que 87,5% destes são pequenos negócios que empregam até 9 funcionários e se caracterizam pela gestão familiar.

Estas empresas majoritariamente detém um capital de giro apenas suficiente para a sua subsistência e por conta da interrupção das atividades nos últimos dias já estão ficando majoritariamente impossibilitadas de pagar salários, fornecedores e impostos.

Isto não pode se prorrogar sob pena de testemunharmos um processo de falências em grande escala, o qual inevitavelmente gerará uma situação de caos social com toda a violência e miséria que lhe é típica.

Estamos todos preocupados e procurando aprender o mais rapidamente possível a como lidar com a pandemia.

Entretanto deixamos aqui explícito que o “remédio exagerado” para combater o coronavírus está provocando uma situação bem mais grave do que a própria doença. E isto deve ser evitado a todo custo.

Clamamos, então, ao Sr. Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, bem como aos prefeitos de nosso Estado, o bom senso de flexibilizar as medidas de isolamento social que impedem as empresas de funcionar.

Ao mesmo tempo, consideramos justo que as citadas autoridades flexibilizem o recolhimento de impostos, adiando seu vencimento na mesma proporção do prazo em que determinaram o fechamento dos estabelecimentos comerciais, mantendo-se a nova data base até a plena recuperação do prejuízo das empresas.

Vitor Augusto Koch

Presidente da FCDL-RS

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Federasul alerta as autoridades para o risco iminente de colapso das atividades essenciais

A Federasul – Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul – alerta as autoridades para o risco iminente de colapso das atividades essenciais.

A abrupta parada nas atividades econômicas de tantas cadeias produtivas impede a chegada de peças e insumos para o abastecimento das atividades essenciais, o oxigênio precisa chegar nos hospitais, os transportadores precisam se alimentar…

Muitos brasileiros estão sem fonte de renda e outros tantos estão com suas atividades inviabilizadas.

A necessária arrecadação para atender demanda emergencial de saúde pública vai derreter e teremos que lidar com servidores sem salários no auge na crise.

A safra precisa ser colhida e a comida precisa chegar para os brasileiros, os equipamentos médicos precisam estar funcionando para atender os pacientes. Nosso objetivo é salvar vidas!

Pela preservação da vida devemos repensar as estratégias de atuação antes que os recursos se esgotem, antes que a falta do básico provoque perdas ainda maiores de vidas humanas.

Para combater o vírus precisamos de uma abordagem cirúrgica, adotando um isolamento vertical e retomando as atividades econômicas.

Manter os idosos e grupo de risco em isolamento, cumprir as orientações dos cuidados individuais, evitar aglomeração de pessoas e inclusive alternar horários de início e término de expediente para evitar lotação no transporte público.

Vamos avançar, com serenidade e responsabilidade.

A Federasul defende que haja um plano para a retomadas das atividades a partir da primeira semana do mês de abril.

Vamos vencer essa guerra!

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